A Fonte do Miguel
A Fonte do Miguel esteve durante anos e anos submersa em vegetação abundante e entulho, mas a vontade de preservar falou mais alto… Finalmente houve bom senso, houve interesse na salvação daquilo que é de todos nós…
A Fonte do Miguel chegou a abastecer de água, grande parte da população do lugar da Lameira (na altura, não havia rede pública de abastecimento de água), dela jorrava uma água límpida e fresca, hoje, como podem constatar a água é imprópria para consumo. Acham que ainda antes da colocação desta placa já a água era imprópria para consumo?
Acham que o local está bem conservado? Qual a Vossa opinião e sugestão?
Será que poderemos considerar esta fonte como fonte pública?
Acham que esta fonte será de preservar ou terá os seus dias contados?
Faço, assim, um apelo aos nossos leitores que comentem e, assim, contribuam para que todos possamos conhecer melhor a história desta Fonte.
Saudações
Faço, assim, um apelo aos nossos leitores que comentem e, assim, contribuam para que todos possamos conhecer melhor a história desta Fonte.
Saudações

15 comentários:
ola !!!
podem dizer onde fica mesmo a fonte pois não estou a ver o local?
ate mais
É lamentável para as pessoas que passam por este espaço, para ler e até escrever por causa da conversa/comentários, das diversas opiniões, sugestões, etc. acabam por desanimar com este triste espectáculo!
Agostinha,
Esta fonte situa-se por baixo da ponte da Eira. Na altura em que não havia água canalizada, dava de beber a muita gente e fornecia água a muitas casas e nunca constou que servisse para afogar galinhas!
Era uma época em que os fontanários serviam para encher cântaros que eram carregados para as casas, à cabeça das mulheres ou a muito custo pelas crianças. Era no tempo até, em que ir à água era pretexto para cruzarem olhares enamorados e hoje é pena que alguns que por aqui passam e que parecem conhecer bem esta fonte apenas se lembrem que servia para afogar galinhas, mas enfim… “Nem todos servimos para tudo. Mas, certamente, todos servimos para alguma coisa” (mais um pensamento anónimo).
E porque além de ser sempre bom não esquecer e mostrar recantos escondidos, que este assunto sirva como pretexto para relembrar que quem vai a fonte/fontanários ainda se arrisca a deixar lá a saúde.
Há coisa de 3 anos atrás, altura em que o país recebeu alguns milhões de euros para construção do saneamento básico, é que as águas de alguns chafarizes foram classificadas (após análises) como impróprias para consumo humano, mas com as fossas em funcionamento ininterrupto a situação por certo não melhorou.
Mesmo para aqueles que têm torneiras em casa, muitas vezes prefere-se ir encher uns garrafões à fonte da terra e acabam por beber água que não é aparentemente controlada ou sujeita a vigilância sanitária. Penso que as autarquias terão, no futuro, de optar por incluir todos os fontanários na sua rede de monitorização e afixar avisos em caso de água imprópria para consumo. Se não tiverem capacidade de monitorização, terão de afixar uma placa de água de qualidade não controlada.
Cpts
eu nao costumo falar com anonimos,se voces têm medo de mostrar a cara comprem uma mascara pois o nosso blog precisa de pessoas com identidade para o fazer o evoluir.... gente construtiva...
ola para as pessoas com identidade!!
ignorem esses anonimos que não sabem dizer nada de bom é preciso ignora-los pois a ignorância é a melhor arma.
obrigado paula pelo esclarecimento mas eu conhecia o lugar,mas por fonte da eira..e sei bem onde fica.
preservar claro, com medidas para haver agua potavel pois eu lembro-me em là ir em miuda brincar...mas não se haverà dinheiro nas instituções..
até mais
Alguém nos poderá esclarecer a origem do nome "Fonte do Miguel"?
Porque a água é um bem absolutamente fundamental para a vida humana, cabe-nos a nós todos, principalmente aos poderes públicos, zelar pela manutenção das nascentes e pelo funcionamento dos fontanários públicos. O problema desta fonte é que está num lugar de dificil acesso, eu para conseguir estas fotos contei com a ajuda do Pedro e do Diogo que saltaram de pedra em pedra para conseguirem as mesmas, pois nem toda a gente tem agilidade para descer até lá. E, apesar de ter ficado bastante satisfeita com a limpeza que fizeram, reconheço que é preciso gastar muito dinheiro para "embelezar", por exemplo, ajardinar, aquele lugar.
@té breve
Ola a todos
novas regras em relação aos comentarios :
Eles serão moderados e diferidos quando anonimos ou com nome. Somente os contribuidores autentificados poderão publicar os comentarios directamente no blog.
Apaguei os ultimos comentarios relevando a identidade do acesso a internet do autor. Acabando assim a parasitagem... ;o))
Sobre o artigo da fonte, eu pensava que ela se chamava fonte de "São Miguel"... não estou certo, e antes da urbanizão do bairro da eira corria agua que se juntava ao rio para encher a açude mais abaixo. Esta servia a regar os diferentes lameiros dos mancões durante o verão etc... So mesmo os mais antigos para saber mais sobre essa fonte e as historias da barroca...
@té breve
Por aquilo que tentei "pesquisar" junto de alguns moradores de Forninhos que bem se lembram ir à fonte buscar água, parece-me que quem a construiu foi o Sr. Carlos Guerra, talvez o Ricardo ou a Ana nos possam dar uma ajudita quanto a isto.
Mas um dado curioso sobre o nome “Miguel” - «Nome de origem hebraica. Trabalhador e decidido, procura sempre mais e melhor. Gosta de tudo o que é novidade e empenha-se totalmente para alcançar os seus objectivos».
Ola a todos.
Eu não vi o anonimo mas pelo o que me contaram foi de mais.A mais do que 1 anonimo acho eu.
X@u @te mais logo ou @te @m@nh@
Ola a todos.Lamento a situaçao mas por causa de certas pessoas o blog teve um fim o qual nao era o planeado.Agredecia aos anonimos épa nao terem cara para admitir e uma coisa agora vir fazer estragos e outra pensem um bocadinho.Obrigado pela contribuiçao detos excepto os "anónimos"
E falando uma última vez sobre esses "queridos-anónimos"...
Além de não saberem correctamente expressar-se na lingua-mãe, ainda parecem ser da terra-mãe... é pena...
Carlos, para já, concordo com as as regras. Mas dever-se-á ter em atenção às excepções... :)
bjos,
sc
Olá a todos,
A história da "fonte do miguel" é mais ou menos a seguinte:
tem o nome do meu trisavô, o pai do meu bisavô Carlos Guerra, que tinha o nome de Miguel Guerra.
Foi ele que "construiu" aquela fonte, que na altura servia ali uma boa parte da população de forninhos. Juntavam ali uma fila de 50 cântaros de água. Era uma boa altura para conversar e namorar as raparigas da terra!!! De certeza que tal como outras fontes, foram espaços de união e até casamentos entre os nossos habitantes.
Se pensarmos bem... quase todos temos pais, ambos de Forninhos, porque será... gostavam de ir buscar água à fonte...ehehehehe
O bairro da eira era baldio até que venderam em lotes e fizeram a ponte. A caminhada até á fonte não era fácil, tal como não é hoje. Aliás no inverno, com as cheias, fica muitas vezes submersa.
cumprimentos a todos,
rg
Obrigada Ricardo!
E eu aqui a pensar que o nome Miguel se deveu à personalidade "excêntrica" do teu bisavô:)
Ainda tenho uma vaga ideia do sítio sem a Ponte, aliás, lembro-me quando andaram a construi-la, bem como da sua inauguração, assim como me lembro do caminho de terra batida.
Penso que a água só passou a ser imprópria para consumo devido à construção da urbanização da eira. No entanto, hoje, penso que ninguém vai lá com o propósito de beber ou engarrafar água, mas é bom haver o aviso, pois sempre há uma criança mais traquina que se pode aventurar por ali abaixo e experimentar a água fresca:)
Hoje o ribeiro vai praticamente seco e penso que na altura de verão já não é possível aproveitar a água da "poça da eira" para a rega, pois, o ribeiro chega mesmo a secar.
No entanto, penso, que enquanto fôr possível o local e fonte serão de manter limpos!
Paul@
Ola Carlos!!!
Fizestes bem alterar os comentàrios do blogue, os anonimos não precissamos deles.
Um abraço
Ezequiel
Bom dia
fui tambem buscar informações sobre a fonte e até tem coisas de lembrar.
Aparentemente era um uma bica com uma telha no tempo do Miguel (Trisavô do Ricardo) nesse morro baldio que era a eira. Como esta bica havia mais espelhadas pelas terras e serviam a conter agua para casa, para o gado etc... as veias d'aguas andavam certamente mais a cima e não havia tanta exploração de agua dos lençois subterraneos para o regadio como ha hoje. A construcção actual e o empedramento foram feitos pelo Tio Daniel Novo (que tinha a casa logo a frente) e pelo Tio Carlos Vaz (pai da professora Mariana) que tambem era vizinho ai da laja.
Outro detalha era a abundância de sanguessugas :
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sanguessuga
eram tantas que até muitas crianças tinham receio de la ir buscar agua. Conta a minha mãe que era mesmo uma agua fresca.
Os desenvolvimentos da Paula e doutros blogistas sobre as fontes lembram o papel social e vital desses chafarizes no passado e talvez sensibiliza as autoridades a manterem algumas dessas fontes potaveis para o uso domestico em caso de seca ou de emergência. Ja aconteceu haver cortes de agua e o pessoal consumir agua da Fonte Velha por exemplo. Sera que os cartazes de aviso são para desresponsabilizar em vez de se proteger as veias de agua e manter a qualidade. E mais facil imprimir um aviso do que manter e garantir um abastecimento de agua complementar e assim controlar o impacto ambiental da actividade humana.
@té breve
Carlos
Bom dia Carlos,
Penso como tu e que este nosso artigo possa elucidar a inconsciência que é beber água de fontes. Ainda há coisa de 2 meses +ou- a Comissão Europeia voltou a alertar de que há zonas em Portugal em que a água da rede pública não é segura para consumo humano.
Certas bactérias, viroses, transportados pela água, podem causar doenças humanas, como a tifóide e até doenças respiratórias e da pele. Bactérias que podem ir parar à água através de muitos caminhos, incluindo esgotos tratados inadequadamente, águas provenientes de uma tempestade, etc…
Quem não se lembra do caso de envenenamento com água da rede, dum Sr. que vivia na Lezíria, que morreu com níveis anormais de arsénico no organismo, tendo a família processado a Câmara de AGB, considerando que esta foi negligente por não ter informado os munícipes do elevado teor de arsénico (resultado de várias análises) presente na água da rede pública?
É uma pena que se tenha gerado esta situação, que algumas pessoas só existam para ofender, criticar massacrar por tudo e por nada.So somos realmente livres quando respeitamos os outros senao para que a liderdade?
Já agora Carlos rapariga que conhece estudou contigo em Agb chama-se Cristina e disse que já não te ve desde os 14 anos chamou-te frances não quis ofender nem por em causa a tua nacionalidade so se refere com certeza ao teu sotaque
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