terça-feira, novembro 19, 2013

Etiqueta ou não ;o))


Etiqueta ou não ;o))

A monografia de Forninhos é realmente um livro sem etiqueta, é o livro de todos.

De Forninhos de fora, de dentro, de todas as partes do mundo reconhecemos a obra de uma equipa que no seu tempo, no seu caminho, na sua historia trouxe a memoria colectiva a lembrança dos nossos antepassados. A perfeição ou completude não são um fim mas sinceramente atacar por um ramo de carqueja ou urze, giesta o sério do trabalho de uma parte das forças vivas, é provocação gratuita  que retrata mais uma vez a falta de cabimento dos seus autores e claro houve mais palha em tempos mais recentes e todos recordamos dai termos feno no chamusco a cantiga é outra.


Penso em Forninhos e tenho pena do aproveitamento para polémicar enquanto haveria tanto a construir e a resgatar do esquecimento. Mas a atitude bélica de ser de Forninhos de alguns é realmente contra o tempo, ha mais Forninhenses hoje fora do que vivendo em Forninhos, e até digo qualquer pessoa que tiver interesse em Forninhos é bemvinda sem qualquer mistificação.

Agradeço o executivo passado pela obra e o actual na sua continuação. Forninhos real fazendo  eco ao Forninhos das redes sociais e por essencia virtual ;o))

Cumprimentos

Carlos de Matos

7 comentários:

Ricardo Guerra disse...

Caro Carlos,

Sabes uma coisa... ao contrário de alguns (poucos), trabalhar para a comunidade não é uma competição é sim um sentido de dever e um orgulho imenso.

Quando vejo esta necessidade de criticar por criticar, eu olho para trás e só me dá para rever todos os lindos momentos e as importantes acções que sempre desenvolvemos, desde que começamos a crescer e a ter essa oportunidade. Essas oportunidades surgem ao longo da vida, mas também é preciso agarra-las e trabalhar.

Sempre gostei de pessoas que não precisam de dizer mal do trabalho dos outros para fazerem algo pela comunidade. Gosto sim e acções concretas que felizmente se podem ver e opinar.

Eu tenho a certeza que todos os forninhenses se orgulham da sua terra e disso não tenho dúvidas. O que não compreendo é a necessidade de alguns em continuar uma guerra sem sentido. Será que não sentem o seu contributo valioso?

Só não vê quem não quer ver. Tinha muita coisa para dizer mas não vale a pena.

Espero que os forninhenses saibam sempre levar o nome da nossa linda terra mais longe.

um abraço amigo,

RG

Carlos de Matos disse...

Bonsoir mon Ami ;o))

L'étiquette en français n'est pas juste une classification s'est aussi un savoir être, tu l'as ou tu ne l'as pas, tu l'es ou tu ne l'es pas...

Cada um pode ter uma opinião mais dai a dar missa, tudo é relativo.
A monografia integrou novos dados e se realmente ha novas oportunidades de pesquisar sobre a nossa historia colectiva. Seria tão bonito provas de camaradismo e federar as boas vontades e opiniões ultrapassando o possessivo discurso. Educação ou cultura é bonito quando partilhada, divulgada sem espera de nada em retorno de igual para igual.
Direito de autor, o plano a forma discursiva da monografia não é um copiar/colar da Google. Nada é perfeito e com os meios, as vontades temos de aceitar essa obra como ponto de partida para mais conhecimento sobre a nossa aldeia. O meio não é uma finalidade e se houvesse comunicação e respeito nesta aldeia tão pequena, acredito que ficariamos todos melhores ;o))


Boas para ti amigo e o pessoal aqui de terras gaulesas

Carlos

Ricardo Guerra disse...

O que me deixa mais triste é ver uma ou duas pessoas, que supostamente "defendem" iniciativas que estejam ligadas à nossa cultura enquanto povo, e que são limitadas ao ponto de julgarem que aquilo que pensam é que está correto.

A história de Forninhos é muito antiga e os nossos avós são pessoas de há muitos milhares de anos. Depois outra coisa que acho interessante é colocarem em causa questões técnicas não qual não têm qualquer razão e onde nem sequer têm qualquer conhecimento cientifico eu dou só os exemplos dos fragmentos romanos que existem na pardamaia (tal como outros no concelho, basta ir ao portal do arqueologo) de uma villa romana, que não seria mais do que uma propriedade rural de um senhor abastado e outro exemplo é de criticar o facto de se afirmar que o lagar de são pedro a que chamamos forca, que não é um lagar... è um lagar igual aos outros três que temos na freguesia bem como de outros 20 que temos só no nosso concelho. Ainda vão colocar em causa a leitura feita por um estudioso de renome em epigrafia sobre a inscrição do alto dos valagotes.

Enfim é demasiado provocação e falta de respeito numa necessidade extrema de tentar denegrir um projeto que esteve aberto á participação de todos, mas se calhar para um ou outro foi considerado uma forma de competição, o que eu lamento profundamente.

Não compreendem que o termo feira é muitas vezes aplicado, às festas religiosas, aliás existe a parte religiosa e a feira/festa. E bem sabemos que até dizemos que quando se faz barulho numa procissão... ´"olha lá isto não é a feira".

Se calhar se houvesse mais humildade para ver as coisas de forma positiva, remaríamos todos no mesmo sentido. Mas pelo que vejo nas intenções de um ou dois que depois se espalha por mais uns poucos, iniciativas comuns serão difíceis em Forninhos.

Mas em que terra é que é diferente, infelizmente nenhuma.

Fora estes desabafos temos recebidos grandes elogios a esta obra de várias partes, internas e externas, é uma publicação que nos promove de forma muito apelativa e isso é uma satisfação muito grande para os forninhenses. Hoje (pois nunca tivemos) temos uma obra para mostrar. Onde todos podem opinar e admirar ou desvalorizar. Temos um pouco de tudo. Mas o trabalho foi feito da melhor forma possível.

Forninhos não pode parar!

Carlos de Matos disse...

bom dia Ricardo

Ha outras terras onde é diferente ;-)) porque as gentes são serenas, e a emulação do trabalho em equipa faz essa diferança. Seria como jogar em colectivo, mesmo no futebol cada um dos 11 jogadores é diferente. O que seria de Portugal sem o Ronaldo e da nossa seleção sem uma equipa a jogar com esse jogador. Todos a jogar mesmo sendo todos diferentes com qualidades e competências. Cerca de Forninhos, a nossa vizinha a aldeia de Carapito retrata uma modernidade que faz dela um modelo. Possede uma associaçao que ha mais de 30 anos divulga cultura, desporto e civismo. Pena que o nosso atavismo faz que em Forninhos é o mesmo individualismo e egoismo comun a uma certa mentalidade portuguesa. Teria havido lugar e tempo para se fazer mais ou de outra maneira mas com divisões consumidas infelizmente a recolha de fotos, escritos tambem foi condicionada. Exemplo o autodafé com o despejo das velharias, papeis da antiga venda do Sr Antoninho, depois do triste incendio da casa grande que ja tinha infelizmente levado muita memoria... grandes perdas decerto, e por falta de sentido de dever e de interesse geral amanhã serão mais objectos, documentos que podem definitivamente passar a historia falta de união de os poucos que ainda andam por ai. Cada telha que voa, cada telhado que mete agua é mais um passo para o desabamento de mais uma casa.

Positiva, como sempre fizeste, a razão talvez um dia faça entender o bemfundar dessa obra. Havera no futuro um estudante virgem de preconceitos que podera começar un estudo ou mais sobre um aspecto ou outro trazido ao conhecimento pela esta iniciativa.

Um abraço

Carlos

Ricardo Guerra disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ricardo Guerra disse...

Acho ridículo é assistir a uma tentativa baixa, desenfreada e com vontade de ver jorrar sangue por todo lado, de tentar denegrir o trabalho de muita gente, não é só meu, e que volto a dizer tem sido alvo de imensos elogios seja de forninhenses seja de pessoas exteriores.

Não volto a falar mais deste assunto.

Um abraço a todos!

ed santos disse...

Acompanhei decerto modo a construção deste livro, tenho noção do trabalho da equipe que o elaborou e do empenho e entusiasmo que puseram na sua concretização.
É uma obra que muitas freguesias gostariam de ter, e que só pode e deve orgulhar as gentes de Forninhos que pela primeira vez tiveram conhecimento da possível origem da sua terra tendo em conta os vestígios identificados, e não é por uma pessoa ou duas dizerem mal que vai tirar a importância que este livro tem para a freguesia, o livro está excelentemente elaborado, com fotos bem enquadradas e elucidativas, com uma leitura acessível, que mais se podia querer? Não é uma alusão a carqueja em vez de colmo que lhe vai tirar o mérito, só mesmo para quem estiver de má-fé.
Forninhos tem história, e, segundo julgo, esta aldeia nunca foi visitada por técnicos altamente qualificados como agora que nos mostrassem o que Forninhos foi, o que Forninhos é, e o que Forninhos pode vir ser.
Ricardo, começastes um trabalho, em pouco tempo fizestes obra, não podes, não deixes que alguns comentários te tirem o ânimo. Eu sei que não é fácil lidar com certas atitudes, mas estas, ficam com quem as pratica.
Um abraço para ti, outro para o Carlos Matos, e um bom ano de 2014.
Eduardo Santos